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Especiais Música

O Tawai Dub Festival chega a sua segunda edição em janeiro de 2018 com representatividade feminina. A cantora inglesa Aisha vem como header desse time de mulheres ao lado de Laylah Arruda, Regiane Cordeiro, I-Sarana, Carol Afreekana, Selekta Dubzoe (Warrioros of Dub/AR), Lutxi Luh (Melódica Vibes)Sound Sisters e Feminine Hi Fi.

O evento acontece do dia 25 a 28 de janeiro de  2018 em Rio Negrinho. Para mais informações clique aqui: https://www.facebook.com/tawaidubfestival/

Se quiser ter um gostinho, confere o vídeo a nossa primeira edição:

Foto: Selekta Dubzoe (Warrios of Dub/AR).
@2Takes

Por: - 3 dias atrás
Entrevista Música

(Voz de rádio) Com exclusividade estamos divulgando a Autópsia Não Autorizada do sujeito Joe Sujera, rapper de 25 anos da capital de São Paulo. Leia Mais

Por: - 2 semanas atrás
Especiais Música

A cantora jamaicana Jah9 é uma jovem artista que faz parte da nova geração de estrelas da música jamaicana – chamada de Reggae Revival – e que conta com nomes como Chronixx, Jesse Royal e Protoje. O Reggae Revival, movimento surgido na Jamaica e que se expande em todo o mundo é o marco do retorno da conscientização a respeito do valor de aspectos culturais jamaicanos, tendo a música na linha de frente.

Jah9 é adepta da vivência rastafári, bastante conhecida e respeitada por seu trabalho com a kemetic yoga, que reúne o conhecimento ancestral africano às práticas de conexão do corpo e da mente com a natureza. A cantora possui um projeto chamado Yoga on Dub, onde executa a antiga prática do Kemetic Yoga acompanhada de sua banda, The Dub Treatment. Conexão corpo-mente-música-ancestralidade.

Conheça mais: https://www.youtube.com/watch?v=c47jVn662e8

 

Atualmente Jah9 lançou seu novo single, “Feel Good’’ , ouça aqui (https://www.youtube.com/watch?v=6wA1y2eYdWI).

 

Em janeiro de 2018 teremos o prazer de apresentar a cantora ao vivo com banda pela primeira vez no Brasil, em uma noite muito especial no Mundo Pensante, região central de SP! Saiba mais clicando aqui

Acompanhe JAH9 nas redes:

Facebook: https://www.facebook.com/jah9online/?fref=ts

Instagram: @jah9online

Spotify: https://open.spotify.com/artist/6jNPkvFjV9LEguf2CrcFoH

Por: - 3 semanas atrás
Música Sem categoria

Confira KILLER, o single de retorno do norte-americano, Radio Stevie.

KILLER acaba por ser mais uma das inúmeras experimentações artísticas, das quais, o norte-americano radicado em SP, Stephen J. Gram — ou por outra: Radio Stevie — tem se aventurado desde o lançamento de Rap Queen; trabalho de iniciação do público ao singular Rap Queer de Stephen e, à vasta amálgama cultural do rapper, a qual vai do jazz, o pop e o R&B, à renomada literatura de Allen Ginsberg, Langston Hughes e outros.

Em meio a este mutante conglomerado de influências, o single, lançado pela Up Style Records, surge milimetricamente calculado — fugindo da habitual forma maçante tratada por artistas ao serem críticos—, homogenizando o entrenimento ao protesto, a pista e a rua.

REDES SOCIAIS.

Radio Stevie

www.stephenjgrant.com

www.youtube.com/user/RadioStevie

www.twitter.com/radiostevie

www.facebook.com/radiostevie

www.instagram.com/radiostevie

Up Style Records

www.youtube.com/channel/UCu8EXUbpAM5PxYzmYW3rwZw

www.facebook.com/UpStyleRecords

Por: - 4 semanas atrás
Entrevista Música

Sexo, existencialismo e folk rockn roll; Entenda mais sobre o projeto de estreia da banda — fluminense — Ventilador de Teto.

O folk de Dylan, a sujeira do the velvet (underground) e o rock inglês são algumas das influências que dão forma à estética — com um quê de vanguarda — da banda; entretanto, o que mais se destaca é a sua atmosfera jovem —  essa, visível da sonoridade às letras, justificando assim a pouca idade de Elvis Gomes, de 20 anos; Marcos faria e Arthur Rosa, ambos de 18 e Vinícius Cardoso, de 17; que sobre o respaldo da Valente Records, lançaram, em fevereiro deste ano, o embaraçoso EP de estreia “Desejo/Sufoco”.

Entenda mais sobre o “disco” em um irreverente faixa a faixa, onde a banda comenta, destrincha e conta as histórias por trás de cada track. Confira mais abaixo:

*OBS: ATENCÃO, A VDT FOI CENSURADA DEVIDO À SUA LINGUAGUEM INCULTA E VULGAR. PARA PRESERVAR A INTEGRIDADE DE QUEM LÊ A MATÉRIA, OPTAMOS POR TROCAR AS EXPRESSÕES DE BAIXO CALÃO POR ALGUMAS SUGESTÕES, ENTRE PARÊNTESES, DEIXANDO A ESCOLHA DA PALAVRA EM BRANCO COM O PRÓPRIO LEITOR.

Nu:

ELVIS: Essa foi a música mais aleatória que a gente já fez. Era o primeiro ensaio com um antigo baixista e o Marcos tinha essa letra esquecida no bloco de notas. A letra não dizia nada com nada e precisava de uma melodia que dissesse o mesmo: dito isso, só podia ser um arranjo indiezinho-padrão-grudento. Aí eu pedi pro Marcos puxar uns acordes e ele do nada me vem com a mesma sequência de acordes de Taj Mahal mas num ritmo diferente – só percebemos depois que era um semi-plágio, se isso vale de alguma coisa. Aí enquanto ele começava a cantar a letra por cima da melodia e ver que dava certo, eu peguei a outra guitarra e puxei o riffzinho, que depois fui perceber que era quase a mesma coisa que “What You Know”, do Two Door Cinema Club, só que com as notas invertidas. Funcionou e geral canta junto nos shows. Ah, quanto ao nome, isso vem do antigo refrão, que era “Então me abrace // Enquanto estou nu”. Graças a deus mudamos pra “Então me abrace // Até eu dormir” mas o nome nós mantivemos.

MARCOS: A música eu não lembro como veio, mas a letra eu lembro. Tem um curta underground, acho que da década de 60, chamado “Hold Me While I’m Naked” e eu lembro de pensar que isso seria um bom nome pra música. Aí o refrão antigo veio disso. Então eu já sabia que a letra ia ser sobre sexo, mas na época eu não sabia muito sobre (*substitua por uma expressão que designe atos sexuais) nem nada do tipo, então eu nem tentei fazer uma música de sexo com aquela letra padrão que você espera. Eu pensei: “Qual é a forma mais esquisita de falar de sexo?”, aí veio tudo isso. Acho que eu devo ter visto alguma coisa do Mondrian ou então tava pensando em arquitetura por algum motivo.

Nos seus olhos:

ELVIS: Rapaz, essa aqui foi um erro. O plano era gravar Carmen, mas a gente não sabia como ia gravar o violão e a voz ao mesmo tempo sendo que só tínhamos um microfone. Não queríamos gravar separado, é um porre. Daí pensamos em outras músicas pra gravar e do nada demos rec nessa. Foi só quando terminamos de gravar tudo que percebemos que tava uma (*troque por uma expressão sinônima de “ruim”). Gravamos num tempo muito mais lento do que o normal e o microfone tava meio ruim, parecia que o Marcos tava gripado. A gente tava tão (*escolha uma palavra que exprima uma pessoa “nem aí”) pra essa música que botamos um back-vocal no refrão do nada. De qualquer forma, enviamos pro produtor e ele de alguma forma conseguiu salvar a música, o back-vocal ficou (*por algo bom, legal etc) e o tempo reduzido até combinou, etc. Mas mesmo assim já aposentamos essa aqui, ao vivo não tocamos mais. Eu gosto da letra dela, de como ela vai desde uma discussão de relacionamento até uma metáfora com galinhas e termina com uma discussão em frente à TV, também gosto dos acordes serem meio deficientes e o baixo ser um negócio meio Joy Division em loop, mas no geral essa música fica melhor no cemitério.

MARCOS: Às vezes eu gosto dessa aqui, às vezes não gosto. Ainda acho a letra muito boa, tem alguns dos versos que mais me fazem rir dentre os que eu escrevi. Mas a música por algum motivo não funciona do jeito certo, ela não chega lá onde devia. Não sei o motivo. Mas tem gente que diz que essa é a favorita deles, então é aquilo, né. O refrão eu lembro que veio de um verso de “There’s No Room For You Here” que eu achava muito bom. De novo, eu não sabia nada sobre o assunto que eu tava escrevendo, então fiz do jeito mais esquisito possível. Teve uma vez que tocaram essa música numa dessas rádios online, e o locutor disse que era uma música existencial. Não acho que seja uma música pretensiosa assim, na época que eu escrevi ela eu nem fingia entender disso. Se eu acertei em alguma coisa com ela foi na (*por uma expressão que designe “sorte”).

Desejo/Sufoco:

ELVIS: Ih, essa aqui é meu xodózinho. Nasceu enquanto eu (*por uma palavra que semelhante a “defecar”) Tava tocando alguma música dos anos 80 numa festa de aniversário de uns tiozões daqui da rua e o baixo da música, em algum momento, fez algo parecido com as 3 primeiras notas de Desejo/Sufoco. Daí o resto veio automaticamente na minha cabeça e antes mesmo de eu passar o papel higiênico, a parada já tava toda esquematizada. A letra ficou por conta do Marcos, que escreveu quase tudo de uma vez. Só alguns versos que tivemos que reescrever. Só que o (por um sinônimo de alguém infeliz) não gostava da letra, falou que teria vergonhar de cantar uma coisa dessas – tem uma estrofe que fala de (*por uma expressão relativa à masturbação), outra que falava de sexo nojento – e por isso não queria cantar, daí aceitei de bom grado e agora sou eu que canto ela.

MARCOS: Na verdade, eu acho (*a mesma da última nota) um dos poucos assuntos que realmente merecem ser discutidos com atenção, mas essa letra aqui eu sempre achei meio boba. Ela tenta demais com esse lance de sexo e de ser uma música menino-corre-atrás-de-menina descolada, dá pra ver todo o esforço que eu tô fazendo nessa letra, e isso estraga a mágica. Agora até que eu consigo gostar um pouco dela, mas com ressalvas. Que eu me lembre essa música ficou rolando por um bom tempo até eu acertar os versos, alguns tão aí desde o começo, outros mudaram de posição, alguns foram embora. Até pouco tempo atrás eu jurava que essa versão final tinha mais coisas do Elvis que minhas, só lembrava de ter escrito o refrão, o lance dos sapatos e a parte bíblica lá.

Hipster:

ELVIS: Rapaz, essa aqui é xodózinho 2.0. Mesmos acordes de Ode To Viceroy do Mac DeMarco, só que num dia triste. Essa aí apareceu na minha cabeça quando eu tava no terraço, olhando um casal se pegar no terraço da casa da frente. Eu queria escrever sobre isso mas não consegui, só saiu a melodia. Daí, de madrugada, enquanto eu descia o feed do Facebook e via uns amigos irem pra Lapa, Arco do Teles e esses rolês de pós-adolescente frustrado que quer compensar tudo em droga, eu comecei a pensar nesse “Eu queria ser como vocês” que é o refrão da música. A letra inteira demorou pra sair, mas quando saiu ficou exatamente como tinha que ficar. Fala de deslocamento social, inveja, frustração sexual, tudo isso que os adolescentes acham que sentem em excesso.

MARCOS: Essa aqui também demorou horrores pra sair. Se a música demora muito pra ficar pronta eu tendo a achar ela não tão boa. É que nem o Bernie Taupin diz, uma letra tem que sair em dez minutos. Eu tentei diversas letras pra ela, mas o tom não tava certo, ela precisava ser mais simples. Acabei escrevendo uma letra que mais tarde se tornou uma música chamada “Valsa no.5”, que é a melhor letra que eu já escrevi e que vai aparecer no álbum¹ se esse álbum realmente acontecer. A gente já tem música pra dois álbuns completos e metade de um terceiro álbum. Mas eu gosto de Hipster, a letra final é toda do Elvis (acho que só “Luzes e sombras na parede” eu escrevi, era de uma outra música que nunca foi pra frente e o Elvis reaproveitou) e é a favorita de muita gente.

* – a banda foi censurada. as palavras em branco deverão ser substituídas pelas expressões sinalizadas — uma referência proposital ao romance existencialista “A náusea” de Jean Paul Sartre.

¹ – no mês de setembro, a banda lançou a campanha digital para financiamento de seu novo álbum, com previsão para o próximo ano – a qual você contribui aqui: https://goo.gl/82E5eT

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Por: - 1 mês atrás