DETTONA - Liberte sua menteDETTONA
Música Sem categoria

Confira KILLER, o single de retorno do norte-americano, Radio Stevie.

KILLER acaba por ser mais uma das inúmeras experimentações artísticas, das quais, o norte-americano radicado em SP, Stephen J. Gram — ou por outra: Radio Stevie — tem se aventurado desde o lançamento de Rap Queen; trabalho de iniciação do público ao singular Rap Queer de Stephen e, à vasta amálgama cultural do rapper, a qual vai do jazz, o pop e o R&B, à renomada literatura de Allen Ginsberg, Langston Hughes e outros.

Em meio a este mutante conglomerado de influências, o single, lançado pela Up Style Records, surge milimetricamente calculado — fugindo da habitual forma maçante tratada por artistas ao serem críticos—, homogenizando o entrenimento ao protesto, a pista e a rua.

REDES SOCIAIS.

Radio Stevie

www.stephenjgrant.com

www.youtube.com/user/RadioStevie

www.twitter.com/radiostevie

www.facebook.com/radiostevie

www.instagram.com/radiostevie

Up Style Records

www.youtube.com/channel/UCu8EXUbpAM5PxYzmYW3rwZw

www.facebook.com/UpStyleRecords

Por: - 1 semana atrás
Entrevista Música

Sexo, existencialismo e folk rockn roll; Entenda mais sobre o projeto de estreia da banda — fluminense — Ventilador de Teto.

O folk de Dylan, a sujeira do the velvet (underground) e o rock inglês são algumas das influências que dão forma à estética — com um “quê” de vanguarda — da banda; entretanto, o que mais se destaca Leia Mais

Por: - 2 semanas atrás
Especiais Música

Uma das grandes revelações do cenário independente, a cantora Aghata Saan acaba de lançar seu primeiro álbum em parceria com os produtores Abduzidub (Bruno e Vinícius Lima). O EP “Aghata Saan & Abduzidub” reflete as influências da cantora, MC, seletora e sonoplasta do extremo sul de São Paulo: a cultura Sound System e do Bass unidas à música brasileira, além de uma forte referência à música reggae underground, urbana e moderna.

As letras abordam questões da sociedade contemporânea, sobre o feminino, críticas sociais, mensagens de paz e elevação espiritual. O EP retrata o caos urbano tropical transmutado em sonoridades graves e minimalistas, envolvendo o ouvinte sinestesicamente em reflexões e movimentos. Este é o primeiro álbum de dubstep brasileiro com vocal feminino.

Ouça:

Por: - 2 semanas atrás
Colunas Especiais Música

Depois das críticas, obviamente, vem as dicas. Esta parte é mais uma ajuda de estudo, sobre os softwares que podemos usar no mundo da música.

A palavra DAW significa DIGITAL AUDIO WORKSTATION,  um sistema composto por Hardware&Software usado para gravar, produzir, sequenciar, criar, em várias trilhas, tracks e pistas, sendo necessário um hardware que converta os sinais analógicos em digitais e um software que permita a edição e manipulação dos sons que são gravados. Esta é justamente a principal característica de uma DAW, o poder de “ver” e de “mexer” no som.

Como disse no texto anterior, o que você busca num DAW? Leveza e simplicidade? Complexidade para explorar mais? Qual roda melhor no seu sistema operacional?

O conforto é essencial para uma boa track, então obviamente tem que escolher o DAW perfeita para sí mesmo. Qualidade e criatividade irão depender de você, do seu conhecimento e da sua busca. Jamais um software vai ditar regras, apenas você mesmo, com foco e muita determinação, faz o resultado.
Escolhi alguns DAW, que já tive contato, pra falar sobre. Apenas uma dica para ajudar na sua exploração, porém, repito: CONTINUE BUSCANDO + CONHECIMENTO!

– LOGIC PRO
Software feito especialmente para Mac OS, é um dos melhores, onde é possível compor, editar, criar, mixar e possui opção de vários loops, instrumentos, efeitos. É um software mais carregado, feito para exploradores curiosos, e um pouco complexo de manipular. Meus amigos editores de vídeos sentem facilidade em mexer no Logic Pro, pois o layout dele é de fácil entendimento para quem edita (tanto vídeo, quanto áudio).

Leia Mais

Por: - 3 semanas atrás
Música Notícias

Após repercutir na internet, com alguns feats e singles; o integrante da MOSA GANG e da HFF, lança seu trabalho de estreia, o “CARD EP”.

Um projeto sucinto, como o formato (EP) sugere, mas que, no entanto, suficiente para entendermos quem é CARD ; além  de um jovem mineiro, fã de Kanye West, que tem recebido olhares ávidos sobre seu trabalho  —  ao ouvi-lo entendemos melhor o porquê.

Um rosa desbotado, na capa; combinação Nome + Formato, ao titulo; Contudo, a simplicidade acaba aí, as 4 faixas já no nome denotam um certo “estranhamento” —  “rap estranho” como por vezes CARD define sua música — , fator importante, que nos incita a dar o play, e daí por diante é uma tour — Um rolê de nave, com o Kanye West; como o rapper destaca em Rita pt 2 e no hit Deus de Nike.
Os beats  —  de predominância do trap  —  recebem versos com técnicas desconcertantes, as quais ajudam a formar a ambiência “estranha” das tracks, que ora soam dançantes, ora como trilhas pra um homicídio.

Leia Mais

Por: - 4 semanas atrás